sábado, 14 de maio de 2011

Exploração pedagógica do Compostor


Um projecto articulado entre Ciências Físico-químicas, Ciências Naturais e Oficina das Ciências.

Passo a passo...


Infelizmente as fotografias da colheita no ponto A, sumiram-se numa formatação de cartão de memória não prevista... sobraram apenas as fotos da visita de reconhecimento. Paciência.

Fornos solares na Vidigueira

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A Ciência sai ao Campo - Projecto "Indicadores biológicos da qualidade da água




Trabalhos de campo na Ribeira do Freixo. Começamos a "por as mãos na massa". As turmas do 8º ano efectuaram as colheitas de amostras. Usou-se uma rede de arrasto (construida pela autarquia) e conservaram-se e etiquetaram-se os diferentes frascos preenchidos. Foram registados vários indícios do estado de saúde ambiental da ribeira e medidos parâmetros do leito. Vêm aí o trabalho de identificação em Laboratório.

Cresceram, cresceram e já voaram



No último dias de aulas do 2º período foram estas as imagens que obtivemos. Nas férias da Páscoa cresceram, cheiinhos de lagartinhas gorduchas. Quando voltámos, após 18 dias, já tinham abandonado o ninho. Boa Sorte Chapinzinhos!!!

O Mundo está a Mudar...talvez venham aí bons tempos

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1493577
O Japão vai rever a sua política energética. Abram alas às energias renováveis !!!!!!!

sábado, 26 de março de 2011

Primeiras visitas e... Surpresa!!!

Monitorização de Ninhos - 1º ciclo



As avezinhas responderam à chamada dos meninos e meninas do 1º ciclo que, na AEC de Educação Ambiental, colocaram ninhos artificiais em árvores do recreio. Depois fizeram um cartaz onde irão registar as suas observações. Parece que já há que escrever!!!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Caixas-ninho - Aberta a nova temporada
















Numa missão pela promoção da Biodiversidade, 1º, 2º e 3º Ciclo colocaram ninhos artificiais na Vidigueira. Destinam-se a aves insectívoras que nidificam em cavidades, como os Chapins-reais e os Chapins-azuis. Estas aves são importantes predadores das temíveis lagartas processionárias que tivemos oportunidade de observar.

Este ano o projecto foi alargado a turmas do 1º e 2º ciclos e continua a ter como parceiros a Câmara Municipal da Vidigueira e o LabOr - Universidade de Évora, através do Biólogo Pedro Pereira.

Estão envolvidas as disciplinas de EVT, Educação Tecnológica, Ciências da Natureza, Ciências Naturais, Matemática e a AEC de Educação Ambiental. O projecto é apoiado pela Biblioteca escolar e articula-se com o projecto Comenius "Class in the nature, nature in the classroom" onde intervém a disciplina de Inglês.

(projecto aprovado para desenvolvimento pelo Prémio "Ciência na Escola")

terça-feira, 1 de março de 2011

Energias alternativas no Alentejo

Os 8º e 9º anos, no âmbito das disciplinas de Ciências Físico-químicas, Ciências Naturais, Geografia e Informática, visitaram a Central Fotovoltaica de Amareleja e a Central Hidroeléctrica da Barragem de Alqueva.
Embora permitam produzir energia eléctrica sem emissões de CO2, as suas infraestruturas têm impacto sobre o ambiente.

É neste constante balanço entre impactos negativos / positivos que se move o desenvolvimento.

No Centro de Informação da EDIA, os 8ºs ano conheceram as medidas de minimização e de compensação que foram aplicadas, obrigatoriamente, a fim de compensar o impacto da barragem, da área inundada e das transferências de água entre diferentes barragens e rios. Assim a destruição de habitats com prejuízo para várias espécies prioritárias obrigou à translocação de espécies, à construção de uma gruta artificial para morcegos, à montagem de elevador para peixes migradores, à segregação de águas de diferentes bacias hidrográficas, à colocação de barreiras aquáticas acústicas... um esforço que está longe de abarcar o leque de perturbações nos ecossistemas que resultarão da agricultura intensiva que a água permitirá...


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Microfauna



A vida microscópica do Compostor da nossa escola.
Compostagem é um conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material estável, rico em minerais.O composto adiciona matéria orgânica ao solo. Ajuda a reter a água nos solos arenosos e dá porosidade aos solos argilosos. Introduz no solo organismos benéficos, como bactérias e fungos, que têm a capacidade de devolver os nutrientes minerais do solo às plantas.

O que deve ser controlado: a Temperatura pode atingir os 60º a 65º C . No Inverno deve ser coberto porque os organismos só estão activos com temperaturas altas. Humidade - Os organismos que participam na transformação do “lixo” em fertilizante reproduzem-se apenas em condições ideais em termos de humidade: não deve estar nem muito seco nem muito molhado. Oxigenação – Os organismos não sobrevivem sem a existência de oxigénio: periodicamente o composto tem que ser mexido.

Nas disciplinas de Ciências Naturais e Ciências Fisico-Químicas fomos buscar borras de café oferecidas pelo bar. A cantina da escola coloca os restos verdes diariamente no compostor. Fomos buscar ao compostor solo onde depois observámos microorganismos através da lupa binócular e microscópio. Em Físico-química medimos o pH do solo e brevemente mediremos a temperatura do interior do composto.

(8º B - Inês Parrança; Pedro Marques, Rafael Carapinha, André Negreiros)